" Vai ter uma festa
que eu vou dançar
até o sapato pedir pra parar.
aí eu paro
tiro o sapato
e danço o resto da vida."
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Rápido e Rasteiro - Chacal
segunda-feira, 11 de maio de 2009
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Há dias que necessitamos da uma sumida, por quê? Alguém pode me responder? Queria fazer uma viagem. Fotografar lugares belíssimos, conhecer pessoas legais, me divertir sem me preocupar com nada e esquecer um pouco a minha vida. Parar com pensamentos loucos, sem sentidos. Só zoar! Brincar, cantar, pular, dançar, sorrir .. ser feliz! Extravasar! Criar coragem e fazer coisas que eu jamais faria. Que hilário, seria legal! Não sei ao certo onde cheguei, só queria escrever isso mesmo!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
"E no Natal meu pai falô que vai me da uma bicicleta de verdade! Que eu já vou ser bem grande pra andar nela. E vou andar sem rodinha! E mesmo se eu cair, eu nem vou chorar; porque eu já sou bem grande e nem choro mais. Só outro dia que eu chorei. Só um pouco. Meu pai tava fazendo a barba com aquela espuma engraçada na cara, ele pôs até no meu nariz. Mas eu limpei logo, senão nascia uma barba ni mim. Daí ele pôs a gilete na pia e disse assim: "Não mexe aí". Mas eu mexi. Só um pouquinho, mas meu dedo cortou um montão, e saiu um monte, um monte assim de sangue. Daí eu chorei. Mas meu pai pegou eu no colo e pôs o meu dedo na boca dele até parar de sair sangue, e me abraçou bem forte até eu parar de chorar. Eu sarei, daí eu fiquei feliz, não chorei nunca mais e ele pôs eu na caminha para dormir."
Trecho do livro "Depois daquela Viagem" de Valéria Piassa.
A inocência de uma criança me encanta, de verdade.
Trecho do livro "Depois daquela Viagem" de Valéria Piassa.
A inocência de uma criança me encanta, de verdade.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Esse cara
Só você me entende. Estranho, mas, verdade. Alguém que "deixou de existir" quando eu tinha apenas 4 dias de nascida. Usar o termo "deixou de existir" é um tanto quanto forte demais. Te sinto vivo em mim, no meu coração, no meu pensamento. Não só eu como, muitas outras pessoas sentem isso. Nas suas letras, vejo a minha história. Seja qualquer momento tristes ou alegres, você está comigo. Uma espécie de amor platônico, paixão platônica. Engraçado que as pessoas me perguntam "porque esse vício?"; eu não consigo responder, algo incomum, foi de repente. Meu pai brinca comigo "pode ir ao show dele quando tiver" - Ele sabe que esse sonho, será impossível de ser realizado. Minha mãe também não entende quando acordo cantando suas músicas. Sua fala as vezes rápida demais, as vezes lenta, outras tantas rouca. Apesar, contudo, todavia, mas, porém ♪ - não há aquele que não reconheça a sua voz.É necessário, todas as noites, eu ouvir a tua voz, Cazuza.
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro - Deixe, você é O cara.
"É que eu preciso dizer que te amo, tanto"
Texto desenvolvido por mim.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Resenha do filme: Ensaio Sobre a Cegueira.

Essa resenha eu fiz para a disciplina de Português no colégio. Depois eu posto a minha nota da resenha.
O filme Ensaio Sobre a Cegueira, dirigido por Fernando Meirelles (Cidade de Deus e o Jardineiro Fiel) filmado no Brasil, Canadá e Japão. O filme é baseado no livro de José Saramago (1995). Uma epidemia nomeada como Cegueira Branca atinge toda a população de um certo local, inicia com um rapaz ficando cego no trânsito causando um grande congestionamento. As pessoas contaminadas são isoladas das outras, em uma quarentena. A única que pode enxergar é a esposa do médico interpretada por Julianne Moore, no qual finge esta cega. Um filme de ficção embora com um cenário bem realista para tal fato. Cidade abandonada e caos no local onde eles (as pessoas contaminadas) ficaram. Entre diversas outras cenas. Após a cegueira todos do local passam a serem "iguais" uns aos outros. Não existe preconceito entre negros e brancos, prostituição, velhos, não existe ladrões. Incrível como nessa situação ainda exista uma alguém, interpretado pelo Gael Garcia que pense em dinheiro, que seja capitalista, pense no libido. Que queira se aproveitar do colapso para pegar dinheiro, objetos de valor, sem enxergar. Para fazer a troca de mulheres por comida. Que sinta-se o rei. O filme não diz o porque de algumas coisas como: Porque da epidemia? O porque da cor branca? Porque a mulher do médico foi a única que não se contaminou? São umas perguntas que ficam no "ar". Talvez para deixar o telespectador um tanto quanto, curioso. Uma das cenas que mais me chamou atenção foi quando os contaminados (chamamos assim) conseguiram libertar-se da quarentena e logo começou a chover, todos sentindo a chuva, começam a se despir. Ensaio Sobre A Cegueira tem no seu elenco além dos nomes já citado como Julianne Moore e Gael Garcia, conta com a presença de Mark Ruffalo, Alice Braga, Danny Glover, Sandra Oh, Jorge Molina, Katherine East e Scott Anderson. Produção: Andrea Barata Ribeiro, Niv Fichman e Sonoko Sakai. Fotografia: César Charlone. Trilha Sonora: Marco Antônio Guimarães.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
É, é!
É tão estranho, é longe ...
Poucas palavras. Basta a mim entender!
Quem sabe um dia eu comece um blog de verdade.
Poucas palavras. Basta a mim entender!
Quem sabe um dia eu comece um blog de verdade.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
É!
"Meter o pé na jaca sem ter que me preocupar, eu quero mais" ♪
Sabe, eu votei em "Dalila" mas acho que essa ai ganha. Estou cansada, só isso. Preciso tentar acordar tarde amanhã. É, no mais tá tudo legal. É, está!
domingo, 22 de fevereiro de 2009
10
Pra começar, o título não tem nada haver. Só porque olhei para o lado e vi uma nota de R$ 10,00 reais.Hoje acordei mais cedo do que o meu normal em dias que não tem aula (risos!). Minha mãe e minha tia discutindo pra ver quem estava na televisão, se era o Tomate ou se era o Xanddy. Conclusão: Era o Falcão. Sem graça, ok! E mais uma vez eu não estou afim de escrever, só venho aqui e escrevo qualquer coisa pra passar o tempo mesmo.
Preciso sair. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Acho que vou surtar. Preciso conhecer gente nova, é essencial. Ver gente, gente. Pessoas legais, que eu me identifique. Uma das coisas boa da Internet: Conhecer pessoas, Orkut (que eu não possuo mais). Triste por tantas morarem longe ...
Foto: Tempo chuvoso (hoje - agora ás 09:50 horas), é bom pra dormir. Também!
P.s: Ainda quero sair.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
+1
Hoje estou um pouco sem vontade de escrever. Qualquer suposição, qualquer acontecimento, qualquer coisa. Mais um dia monótono se passou. Otimismo? sempre! São 19:20 horas, acredito ainda que alguém vá me ligar e dizer "Vamos pro Carnaval?" - irei responder "Claro, já estou pronta!" (risos!). Mas é verdade, até meu humor esta alterado. Pra poucos que estou dando atenção, que estou me importando. Pra animar um pouco e me fazer rir, só a neném mais linda que deu um grito no telefone e me tirou um sorriso do rosto. Vanessa (L)
"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."
Clarice Lispector. É, eu gosto dela.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Sexta, vinte de fevereiro.
É, como tudo o que eu quero da trabalho, fazer um blog não seria diferente. O nome é devido a uma música do Asa de Águia.
Tenho andado meio injuriada. Por besteira, diga-se de passagem. Se mandássemos em tudo o que a gente gosta, o que a gente quer, nas nossas atitudes não pensadas ... não sofreríamos por muito (pouco).
Sou de Salvador, tenho 18 anos e estou (estamos) no mês do Carnaval.
Tenho andado meio injuriada. Por besteira, diga-se de passagem. Se mandássemos em tudo o que a gente gosta, o que a gente quer, nas nossas atitudes não pensadas ... não sofreríamos por muito (pouco).
Sou de Salvador, tenho 18 anos e estou (estamos) no mês do Carnaval.
"Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre."
Clarice Lispector, talvez.
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